Minha Jornada no LDP – Neder Sant’Ana

Ao contrário de muitos dos membros da família LDP, não tenho histórico de ter praticado skate na juventude, somente aquele contato de “menino de apartamento” e que por sinal me causaram inúmeros problemas com o morador do andar de baixo…kkkkkk

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Comecei no LDP aos 43 anos por influência do irmão do Rafael Veloce, que conheci antes de conhecer o Rafa. Essa figura sempre me falava de um skate misterioso que carregava na mala do carro e me chamava pra andar, mas como eu não tinha skate e nem interesse em ter, nunca aceitei o convite, foi aí que um belo dia, após perceber que meu filho Bruno, se dedicava ao skate na modalidade street que mesmo não tendo nada a ver com o LDP, mas é skate, imaginei que ele me acompanharia nos passeios.

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Agora restava aprender o que era aquela misteriosa modalidade que não se colocava o pé no chão pra andar, teria um motor, seria coisa dos deuses, enfim, nem imaginava como isso seria possível, mas pedi ao Bruno que arranjasse uma troca de uma bike que estava parada na garagem por um long, pois achava que seria o início de tudo, se não fosse o fim…kkkk Ele me arrumou um sector9 que me fez passar uma raiva porque a cada remada que dava e tentava o pumping o bicho parecia que andava pra trás e não pra frente como seria a ideia…..

Aí começaram as pesquisas e fui obviamente ao site LDP Rio e encontrei inúmeras informações e então iniciei a compra de peças para aproveitar o shape do sector. Comecei a andar com sector tunado e senti que não era aquilo e também vi em uma das pesquisas, que a bossa boards fazia shapes no RJ, próprios para a modalidade, com um tal de flex e foi aí que encomendei meu primeiro shape de LDP, um topmount 38 sem carbono, porque na época não era fabricado ainda com esse upgrade.

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Após andar muito com ele (topmount 38) eu já havia encontrado o Rafa Veloce e esse cara, com sua inquietude inventou de encomendar um shape para brackets e aí começou a brincadeira séria, com peças mais caras e mais avançadas que prometiam em tese nos fazer voar. A adaptação do topmount para o dropado, não foi das melhores não, mudou muito a maneira da tocada, mas fomos nos acostumando e hoje em dia somente em momentos saudosistas que olho para prateleira e dá vontade de pegar o 38 para andar, mas fica na vontade porque o dropado é uma delícia e as longas distâncias somente com esse modelo.

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Enfim, participar dessa comunidade do LDP Rio me fez evoluir enquanto pessoa, convivendo com vários dos membros e aprendendo com cada um deles. Agradeço ao Rafa Veloce, Denilson, Dan, Lapa (me apresentou pela primeira vez o dropado em uma vinda dele aqui em Guaraparí e nem nos conhecíamos…kkkk), Livia e todos os membros da família LDP Rio.

Abraços.

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